quinta-feira, 30 de abril de 2009

O licor de batata e a lata de Nescau


Adoro as pessoas que me mandam histórias, especialmente quem me deixa publicar.:)

Um rapaz de seus 19 anos, leitor do blog, escreveu-me contando uma de suas proezas de work experience em algum ponto do Pacífico. Onde ele está, é produzido um licor de batata fedorento com 60% de álcool (honestamente eu não entendo um digestivo fedorento, mas tudo bem). Ele e seus amigos , em posse dessa gororoba, encheram a cara em algum evento social do grupo.
O lance é que essa juventude tem sede de viver. Os beijos não são entre duas pessoas como eram em meu tempo, por que beijar uma pessoa só, se você pode beijar 15 ao mesmo tempo? Muito prático e eficiente... Ele contava que queria beijar uma escandinava, mas esta estava em um beijo com mais seis pessoas, entre elas uma menina e o namorado desta, um brasileiro (vamos chamá-lo de Jorge). Todos estavam espantosamente chapados pela tal bebida de batata e se você quisesse qualquer pessoa, teria que marcar hora no beijo quintúplo e esperar todo o elenco de Slumdog Millionaire ir antes de você.

No entanto, esse rapaz é brasileiro e não desiste nunca; finalmente consegue beijar a escandinava. Poucos minutos depois esta já está atracada a uma americana e ele a perde de vista.

No dia seguinte, estavam todos reunidos em um museu e falam para esse leitor que a tal moça tinha gozo na roupa, pois tinha pago boquete para o Jorge. Ele vomitou por 3 dias seguidos, sente-se sujo até hoje. É pior do que o licor fedorento de batata?

Finaliza com a frase: "Metade dos brasileiros pagaram boquete pro Jorge por tabela".

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